Estou viva!

Embora esteja em tempos atribulados.

  • A situação empresa A vs consultora C ficou resolvida em que “perdeu” a consultora C, que nunca mais me disse nada. O que é mau, mas é assim a vida.
  • A empresa A pediu-me para fazer um teste, que tive de resolver no fim de semana, no qual tinha viagem para ir a casa dos meus pais. Tive um sábado à tarde muito divertido.
  • Segunda-feira acordo afónica e mal disposta em geral.
  • Terça-feira passo uma noite horrível com dores de garganta e decido que é impossível ir trabalhar. Vou ao médico.
  • No médico, está o pauzinho de madeira a ser pousado na minha língua (a dar-me vómitos) há menos de 1 segundo, quando é proferido pelo médico “Ui, isto está bonito está”. Cenário de faringite potente, saio com receitas para me embeber em antibióticos.
  • Na quarta-feira também tenho uma noite horrível, desta vez com dores nos ouvidos. Já fui trabalhar.
  • Também na quarta-feira, recebo uma proposta de trabalho em que fico a receber o mesmo que estou a receber agora e com vantagens adicionais, como seguro de saúde. Peço tempo para pensar, embora tenha praticamente decidido no momento que ia avançar. Mal saí do edifício comecei aos saltinhos.
  • Era suposto ter consulta de psicologia na quarta-feira, mas dado que ainda estava afónica / me doía a falar, achei contraproducente e desmarquei a consulta.
  • Quinta-feira entrevista na empresa A, que não correu bem porque não soube responder a várias perguntas, mas até soube disfarçar bem, e onde a seguinte situação aconteceu:
    “Então como são os processos de desenvolvimento?” “ah, somos muito flexíveis. Usamos metologia A, metodologia B, e também a metodologia On the Fly”.
    Traduzindo, On the Fly = paridela. Risco instantaneamente na minha cabeça aquele sítio. 
  • Hoje, sei que o meu chefe também não vai aparecer no escritório na segunda-feira, quando tinha planeado comunicar-lhe a minha demissão. Passo o dia inteiro em stress sobre quando lhe telefonar e como frasear a comunicação. Ligo-lhe uma vez, não me atende. Ligo-lhe 1h depois, rejeita a chamada e manda SMS a dizer que me liga de volta.

E chegamos a hoje. Nervos em franja à espera do retorno da chamada, embora parte de mim acredite que ele se vá “esquecer” de me ligar.

Entretanto a minha voz está quase normal, btw. Nunca tinha tido uma infecção deste calibre, não recomendo.