It is accomplished – parte 4 – o consumismo!

Podem ler as outras partes aqui.

Quando comecei a ver a aproximar-se a data para me livrar dos brincos de furação – que não eram feios, mas eram prateados e eu não gosto mesmo nada de me ver com pratas, já para não falar do filme que eram para tirar – comecei a ir às compras. Tinha um cheque prenda para gastar no Corte Inglés, um vale de 35 euros na Swarovski, e um mês de estudo de mercado intensivo nessas internetes fora.

Só comprei coisas em prata e materiais menos passíveis de eu fazer alergia.


Da Omnia, aproveitei uma promoção de 30%, só online, há coisa de um mês:

Os Diamond Gatsby, que são os que tenho usado mais e durante a noite por serem mais básicos. São triângulos polidos e pequenos, são mesmo o par mais discreto que tenho.

Os Ethno Feather, tamanho médio, que já tinha visto noutra pessoa e gostado há meses, pelo que assim que descobri em que marca podia comprá-los, avancei. Os Gatsby só foram comprados por causa do desconto, mas ainda bem que assim foi! Adoro estes, mas tenho todo um problema com a forma de colocação. Comprei-os a achar que seriam de fecho normal, e afinal são de gancho.

Agora faço aqui um aparte: sim Omnia, qual é a ideia de não meterem mais fotografias dos vossos produtos na loja online? As descrições também são uma nódoa, veja-se o exemplo dos Gatsby:

  • São mate, são polidos? Que esquizofrenia é esta?
    • Quando recebi a encomenda descobri que são mesmo polidos.
  • O que é espeque?
    • Esta última questão perguntei a várias amigas, nenhuma delas me soube responder. Como os Ethno Feather também diziam ser de espeque, assumi que espeque seria o tipo de fecho normal, e portanto comprei os Ethno Feather assumindo isso.

Adoro ver estes brincos em mim, mas pô-los e usá-los, pelo menos nesta fase, está a ser muito complicado.

Para começar, aquele ângulo de quase 90º não está com nada (e eu entretanto andei a alargar), o meu lóbulo da orelha é um bocado mais largo que o espaço que ali é dado, pelo que a esquina fica ainda dentro da minha orelha, e sempre que mexe arranha. Se fosse uma curva não teria este problema.

Depois, wtf é aquela pseudo curvinha no fim do brinco? Entendo que possa potencialmente ser para não saírem com facilidade, mas xiça, o espigão já é enorme de qualquer forma. Vejo-me grega, grega!, para os pôr até acertar com o fim do furo por causa desta curvinha.

Posto isto, tenho planos para, assim que me seja possível, ir a uma ourivesaria e pedir para endireitarem e encurtarem o espigão, de forma a poder usá-los com fecho.


Na Bluebird, onde entrei só para espreitar o que havia, vi uns solitaire de zircónia cúbica na dimensão que pretendia, com o diâmetro a puxar assim para o grande. Apesar de serem prateados e de na altura ainda não poder experimentar, trouxe-os.

Passado uns dias tirei os de furação, e experimentei-os, e aprendi uma coisa: o que até parece bem em teoria, pondo o brinco junto à orelha e vendo o efeito, pode não resultar na prática. Neste caso não resultou porque eram muito altos. Sempre detestei ver noutras pessoas brincos super altos, e em mim não foi excepção. Fui trocá-los na semana seguinte – felizmente a Bluebird não é esquisita com trocas, desde que os brincos não tenham sinais de uso – por uns de diâmetro mais pequeno, em rosa dourado.

Também os tenho usado bastante, e por 25€ achei um preço simpático.

Achei que este estilo de brinco, com um diâmetro maiorzito, seria muito fácil de encontrar, porque sempre vi muitas mulheres com coisas deste estilo, mas como me enganei! Ou são super altos, ou custam 90 euros para cima, ou não são em prata (e eu não quero arriscar para já outros materiais). Já estava disposta a arranjar algo prateado, portanto estes foram um bom achado, apesar de mesmo assim não serem o que eu tinha idealizado.


Na Swarovski foi onde fui mais feliz, porque tinha vales e cheques prenda. Achei que ia poder usar o vale de 35€ no Corte Inglés, mas rapidamente descobri que não ia dar.

Comprei primeiro os Lunar Drop, em rosa dourado:

O cristal é quase transparente, mas com um tom escuro. Amo estes brincos de paixão, foi por coisas deste estilo que furei as orelhas, mas ainda são muito pesados para usar agora, em que a cicatrização ainda está a decorrer – tenho medo que o furo abra mais para baixo. Comprei-os agora porque, para além de os achar lindos, nunca ter visto este modelo nestas cores no site nem mesmo em saldos, percebi que estariam em vias de sair de linha. No Corte Inglés eram mesmo o último par, portanto levei-os.

Nesse dia deixei outro modelo encomendado, os Brief, que não tinham na altura em stock mas que tinha a certeza absoluta que ia adorar ver em mim. E ainda tinha dinheiro no cheque prenda 😀


Estes, ao contrário dos anteriores, já consegui usar durante um dia completo sem os sentir demasiado pesados. Só não os uso dias seguidos porque ainda assim tenho medo que o furo não esteja forte o suficiente para aguentar peso durante tanto tempo seguido. São neste momento o meu par preferido.

Por fim, e como já tinha ideias de como gastar o vale de 35€, fui à Swarovski do Colombo, experimentei um porradão de brincos, e os que gostei mais de ver foram os Attract Pear, da nova colecção:

Que dá para usar só os dois simples, ou um simples e outro triplo.

E pronto, tão cedo não invisto em mais nada, por ter já aqui uma selecção jeitosa para variar, e por estar a ter muita dificuldade em encontrar coisas que goste em bons materiais e que não custem mais de 100 euros 😑

2 thoughts on “It is accomplished – parte 4 – o consumismo!

  1. Tenho dois furos em cada orelha.. aliás, 3 se contar com o piercing feito há uma porrada de anos na cartilagem da orelha e ainda a usar o brinco original, mas nos entretantos deixei de gostar de usar brincos :/

    Adorava ter um brilhante numa narina, mas tenho medo lol

    1. Eu acho que vou manter só estes, não me vejo a fazer mais nada XD
      Na narina imagino que seja o fim do mundo para cicatrizar, como é que uma pessoa desinfecta na parte de dentro? Não vai certamente enfiar um cotonete com álcool pelo nariz adentro!

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