Reflexões laborais

Não é nada sensato falar de trabalho na praça pública ou num blog, porque nos pode correr muito mal na volta. Mas isto que me aconteceu foi tão estapafúrdio que tenho de escrever, apesar de não ser uma coisa IT.

Imaginem a situação de último Domingo antes das férias. Imaginem que liga o vosso chefe, e que vos fala de coisas para fazer no dia seguinte.

Agora imaginem essas coisas não soarem a nada familiar na vossa cabeça porque, ADIVINHEM, ESTIVERAM DE FÉRIAS, logo estão completamente fora do contexto.

O que é que custava enviar um email a explicar que nesse dia ia ser preciso fazer X, Y e Z, e com algum contexto? Qual a necessidade de estar a fazer um telefonema, que nem sequer adiantou nada porque fiquei exactamente na mesma?

E depois ainda vim a saber que, durante as minhas férias, me tinha tentado ligar – por acaso o meu telemóvel não acusa qualquer chamada não atendida – para me perguntar uma coisa muito particular. Quando lhe disse, já no trabalho, que “não te ia conseguir ajudar, de qualquer forma”, responde-me “sim, eu sei, era por descargo de consciência”.  … what?

Ai senhores.

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