A minha relação com o Twitter

Nos meus tempos de faculdade, mais especificamente no dia em que o Obama tomou posse pela primeira vez, criei uma conta do Twitter. Nesse tempo, ia mandando vários bitaites e a coisa dava-se – lembro-me que o meu primeiro tweet foi um comentário do género “o carro do Obama parece o Kitt”.

Depois comecei a trabalhar, e tive de abrandar com o que lá dizia. Acabei por eliminar essa conta e criar, há um ano e pouco atrás, uma nova, que ninguém sabe que é minha.

Mas não correu muito bem.

Aquilo é giro ao início. Manda-se meia dúzia de bitaites sem qualquer contexto e preocupação de desenvolver um tema. Olho para a minha conta e vejo berlaitadas muito bem mandadas há um ano atrás, e sinto-me grande.

Mas depois de passar o encanto, nunca mais lá pus os pés. Vou lá ver hashtags quando alguma coisa de passa na televisão: a última vez foi quando a Única Mulher, a novela da TVI, estreou, e o nível do bitaite estava elevadíssimo e hilariante.

Creio que o Twitter é a plataforma do bitaite. O problema é que o bitaite sai à velocidade da luz, e para documentar tudo tinha que passar o dia colada ao telefone. Não vai dar.

Deixar uma resposta